REFLEXÕES PARA TODOS
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Homenagem à Heroína Professora Heley de Abreu Silva Batista
Papa Leão XIV pede PAZ! (com outros pedidos de Paz e a ORAÇÃO DA PAZ de São Francisco de Assis)
O Papa Leão XIV voltou, no dia 08 de março de 2026 (domingo) a pedir o fim da guerra no Irã e a abertura do diálogo, alertando que o conflito está se espalhando por todo o Oriente Médio e semeando “um clima de ódio e medo”.
Após a oração do Angelus, Leão expressou sua “profunda consternação” pela guerra e pela forma como ela está desestabilizando o Líbano, um “baluarte” para os cristãos em uma região de maioria muçulmana, e rezou pelo fim dos bombardeios e pela abertura do diálogo “para ouvir a voz do povo”.
“Do Irã e de todo o Oriente Médio continuam chegando notícias que causam profunda consternação. Aos episódios de violência e devastação, e ao clima generalizado de ódio e medo, soma-se o temor de que o conflito se alastre e outros países da região, entre eles o querido Líbano, possam mergulhar novamente na instabilidade”.
“Elevemos nossa humilde oração ao Senhor”, - continuou o Papa - “para que cesse o barulho das bombas, calem-se as armas e se abra um espaço de diálogo, no qual se possa ouvir a voz dos povos”.
“Confio esta súplica a Maria, Rainha da Paz: que ela interceda por aqueles que sofrem por causa da guerra e acompanhe os corações pelos caminhos da reconciliação e da esperança”.
O santo Padre recordou também que neste dia 8 de março celebra-se o Dia da Mulher.
“Renovamos o compromisso, que para nós cristãos se baseia no Evangelho, pelo reconhecimento da igual dignidade do homem e da mulher”.
Infelizmente - disse o Papa -, muitas mulheres, desde a infância, ainda são discriminadas e sofrem várias formas de violência: “a elas, em especial, vai a minha solidariedade e a minha oração”.
Em seguida o Papa saudou os fiéis presentes na Praça São Pedro provenientes de várias partes do mundo desejando a todos um bom domingo.
Acesse o vídeo Angelus, 8 de março de 2026, Papa Leão XIV:
https://m.youtube.com/watch?v=VYcEGsTRorw
O Mundo precisa urgentemente de Paz!
Parem com as guerras!
Rezem pela Paz!
(Marcos Alves de Andrade)
Publicada a reflexao, outra imagem, também no PENSADOR
Nossa Senhora, nas tragédias, rogai por todos que sofrem, com a Oração Para Afastar Tempestade, com vídeo.
Nossa Senhora, que está sempre presente em nossas preces e aflições, rogai pelas pessoas que estão sofrendo com tragédias ecológicas, principalmente pelas pessoas desaparecidas, desabrigadas e parentes das que morreram.
ORAÇÃO PARA AFASTAR TEMPESTADE:
(Oração encontrada na internet, publicada acima com pequenas modificações)
Acesse em Reflexões Para Todos :
Orações, Preces, Mensagens e Reflexões Religiosas
Versículos, Provérbios, Salmos
Fatos importantes na vida de Chico Xavier
Fatos importantes na vida de Chico Xavier existentes na linha do tempo, entre outros, existente no Memorial Chico Xavier em Uberaba - MG
Conforme consta na imagem:
1910 - Chico Xavier nasceu em 2 de abril de 1910 na cidade de Pedro Leopoldo (MG), com o nome de batismo Francisco de Paula Cândido. Ele era filho do vendedor de bilhetes de loteria João Cândido Xavier e da Lavadeira Maria João de Deus.Minas Gerais.
1915 - Enquanto Chico chorava embaixo de uma árvore, o espírito de sua mãe apareceu para confortá-lo dos sofrimentos provocados pela madrinha (com quem morou por algum tempo depois do falecimento da mãe).
1931 - Quando passeava no Açude do Capão, nos arredores de Pedro Leopoldo, Chico Xavier viu pela primeira vez o espírito de Emmanuel, pela primeira vez, seu inseparável mentor, iniciando um trabalho conjunto que se estenderia por longos anos.
Na ocasião, Emmanuel disse que Chico teria a missão de psicografar 30 livros, o que depois se revelaria como apenas a primeira meta.
1932 - A Editora da FEB publicou Pamaso de Além-Túmulo, o primeiro livro psicografado por Chico, ainda com 22 anos de idade.
1941 - O espírito André Luiz apareceu pela primeira vez a Chico Xavier. Juntos, escreveram uma série de 31 livros sobre a vida no mundo espiritual.
2002 - No dia 30 de junho, Chico Xavier desencarnou após uma parada cardíaca. Seu enterro foi acompanhado por milhares de pessoas em Uberaba.
Sepultura do Chico Xavier em Uberaba - MG:
humor
Também chamada porcentagem reversível ou propriedade comutativa na matemática, ainda que sejam invertidas as posições, a relação proporcional se mantém, por isto o resultado é o mesmo.
30% de 60 = 18
60% de 30 = 18
25% de 90 = 22,5
90% de 25 = 22,5
12% de 50 = 6
50% de 12 = 6
Experimente!
Mulher, Magia, Reflexões
(Marcos Alves de Andrade)
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Outras Reflexões sobre Mulher
Todos temos um bruxo ou bruxa dentro de nós
08 de Março - Dia Internacional da Mulher (história)
Nossa Senhora das Graças, história, oração, vídeo
Nossa Senhora das Graças
Em 27 de novembro de 1830, Nossa Senhora apareceu, em Paris, pela primeira vez à uma jovem noviça da Congregação das Irmãs Filhas da Caridade, fundada por São Vicente de Paulo, chamada Catarina de Labouré, quando fazia a oração da tarde, na capela da Comunidade, e proclamou a devoção da Medalha Milagrosa:
"Fazei cunhar uma medalha onde apareça minha imagem como a vês agora. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças."
Oração a Nossa Senhora das Graças
“Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplar-vos de braços abertos, derramando graças sobre os que vos pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo- nos de vossos pés para vos expor, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades.
(pedir a graça que deseja alcançar)
Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que, confiantes, vos solicitamos, para maior Glória de Deus, engrandecimento do vosso nome e o bem de nossas almas.
E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre como verdadeiros cristãos.”
A oração de Nossa Senhora das Graças pode ser usada principalmente pelas pessoas que estejam passando por momentos difíceis, parecendo não haver mais esperança.
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A CASA EMPRESTADA (poema e conto)
A Casa Emprestada (poema)
A Casa Emprestada (conto)
No coração de um bosque, onde a natureza reclamava seus espaços, aninhava-se uma velha e robusta casa de barro, redonda e firme, no galho de um Jacarandá. Não era uma casa humana, mas sim o lar abandonado de um laborioso casal de joões-de-barro, que a construiu e a moldou com esmero pelos seus bicos habilidosos. Com sua arquitetura esférica e entrada lateral, era uma fortaleza perfeita contra o vento e a chuva, mas foi deixada vazia após o casal criar seus filhotes na última estação. Agora, repousava silenciosa, como quem aguardava novas histórias.
Certo dia, a tranquilidade do local foi quebrada por um casal de vibrantes periquitos. Eram pequenos, leves e barulhentos como risadas ao vento. Eles eram Juca, o macho, com suas penas verde-esmeralda cintilantes, e Flora, a fêmea, de um verde mais suave e calmo. Procuravam desesperadamente um lugar seguro para começar uma nova família, e a casinha de barro, com sua entrada ligeiramente maior do que o necessário, protegida contra o vento e chuva parecia um presente dos céus. Eles a cheiraram, olharam ao redor, entraram e saíram, testando o espaço e verificaram que estava vazia e não estava sendo usada. E, por fim, decidiram:
— “Juca, é perfeito, aqui será nosso lar”, gorjeou Flora.
Juca, pousado num galho próximo, concordou:
_ "Ficarei de guarda. Vamos começar a nossa família, Flora."
Em seguida, limparam a casa, colocaram alguns capins no interior, que carregavam, um a um, com seus bicos, forrando, assim, o chão duro de barro para ficar aconchegante. Não demorou muito para que Flora depositasse no interior da casa, sobre o ninho de capim, seus preciosos ovos esbranquiçados, três pequeninas pérolas brancas, e passou a chocá-los com paciência e carinho.
A rotina se estabeleceu: Flora, paciente e dedicada, passava os dias chocando os ovos, sentindo o calor da vida crescer sob suas penas. Juca, por sua vez, era o guardião incansável, mantinha-se sempre atento. Ficava próximo, pousado no galho vizinho, vigiando qualquer sinal de perigo. Ele patrulhava a área, alertando sua companheira, com piados de aviso, sobre a presença de gaviões ou escorraçando curiosos. Era um guardião corajoso e fiel. Juca também sempre trazia sementes e frutas para Flora.
Então, veio a recompensa alguns dias depois. Os ovos se mexeram. O suave quebrar das cascas anunciou a chegada de três minúsculas criaturinhas rosadas, nus, frágeis e famintas. A casa de barro, antes silenciosa, ecoava agora com os pios estridentes e alegres dos filhotes. O casal de periquitos entrou em uma frenética e feliz rotina de pais. Buscavam, revezando, sementes, pequenas frutas, brotos frescos. Entravam e saíam do ninho dezenas de vezes ao dia, sempre com cuidado, sempre em parceria. Juca e Flora preenchiam aqueles pequenos bicos abertos com o máximo de alimento possível.
Os filhotes cresciam dia a dia, ganhando as primeiras peninhas, finas como fios de tinta, criando, no início, uma penugem, depois penas. Eles ensaiavam seus primeiros e desajeitados saltos dentro da casa, aprendiam a se equilibrar e, por fim, a bater as asas.
Quando o dia chegou — aquele dia em que o céu estava claro e o vento parecia chamar — eles voaram próximo a casa. Pequenos, ainda trêmulos, um a um, com incentivo dos pais e o coração batendo forte, eles saíram da casa e fizeram seus primeiros voos, desengonçados no início, mas rapidamente ganhando confiança no vasto céu azul. Também aprendiam com os pais a se alimentarem, sem necessidade da ajuda deles. Em poucas semanas, os jovens periquitos estavam prontos para viver fora da casa e constituírem suas próprias famílias.
O casal de periquitos, exausto, mas radiante, em uma manhã, estava prestes a partir quando um barulho familiar ecoou na floresta: o tlec-tlec característico dos joões-de-barro. Eram Zeca e Nina, os construtores originais, que voltavam para inspecionar seu antigo ninho, talvez pensando em reformá-lo para uma nova ninhada ou apenas por hábito ou para lembrarem da felicidade que tiveram ali com seus filhotes.
Juca e Flora pousaram no galho ao lado da casa e esperaram que o casal de joões-de-barro os notasse. Zeca, o joão-de-barro, olhou para a entrada de sua casa, notando que parecia um pouco mais gasta, mas a casa estava intacta. Olharam para o casal de periquitos e seus filhotes já fortes, e nada disseram. Apenas observaram com olhos tranquilos e sábios. Eles sabiam que a vida segue, que um lar pode ser herança de amor.
Flora, agradecida, com a cabeça baixa em sinal de respeito, aproximou-se e gorjeou com suavidade:
— Obrigada. Sua casa nos acolheu. Aqui nossos filhotes nasceram e aprenderam a voar.
Juca continuou, com a voz cheia de gratidão:
_ "Permitimos-nos usá-la, e não sabemos como agradecer. Ela nos salvou. Nossos três filhotes nasceram e cresceram aqui dentro, seguros de todos os perigos. Estão prontos para sairem para o mundo."
Zeca e Nina se entreolharam. Os joões-de-barro são aves de hábitos, mas também de uma generosidade natural, embora inconsciente. Eles entenderam o que havia acontecido. Zeca respondeu com simplicidade, mas com a sabedoria de quem conhece a natureza:
— A casa é do vento e de quem precisa dela. Ficamos felizes que serviu a vocês.
Nina, a joão-de-barro, inclinou a cabeça e emocionada gorjeou:
_ "Uma boa casa é feita para proteger. Se ela serviu a vocês e aos seus filhotes, então cumpriu o seu propósito. Nossos filhos também foram gerados, criados e voaram daqui."
Zeca bateu o bico uma vez, em um gesto que parecia um aceno.
_ "Voem e sejam felizes. A casa estará aqui, se precisarmos dela novamente, ou se outra família precisar de um abrigo."
Juca e Flora sentiram seus corações aliviados. Com um agradecimento final e sincero, eles se juntaram aos seus jovens, agora a testar as asas no alto da copa das árvores. Eles olharam para trás, para a casa de barro que lhes dera uma família, e prometeram que sempre se lembrariam da generosidade silenciosa e anônima da casa emprestado.
O casal de joão-de-barro, também, logo partiria para construir uma nova casa, pois cada estação traz um novo capítulo.
E a casinha de barro permaneceu ali no galho, firme, paciente — esperando a próxima família que precisasse de um lar.
(Marcos Alves de Andrade)
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