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A rua não é um palco. Ao redor de quem realiza uma manobra perigosa existem… Acesse o Vídeo (clique na imagem)


A escolha pela vida no Trânsito. 


O trânsito é um espaço de convivência que exige, antes de qualquer habilidade técnica de quem dirige veículo, respeito, empatia e responsabilidade. Diariamente, milhares de pessoas circulam por ruas e rodovias, e o comportamento de cada motorista ou motociclista impacta diretamente a segurança de todos. 


Manobras perigosas não são brincadeira. 


A rua não é um palco. Ao redor de quem realiza uma manobra perigosa existem outros motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres que também têm direito de chegar vivos ao seu destino. 


Existe uma diferença enorme entre habilidade e imprudência. Saber conduzir um veículo significa também saber quando não realizar determinada manobra.


Empinar uma motocicleta, em via pública, acelerar além do necessário, disputar espaço com outros dirigir em alta velocidade, costurar entre veículos ou realizar qualquer outra manobra que comprometa o controle do veículo pode parecer, para alguns, apenas uma demonstração de habilidade ou coragem. Mas, no trânsito, um pequeno erro pode transformar segundos de imprudência em consequências que durarão para sempre.


Uma escolha que pode envolver outras vidas. 


Quem assume um comportamento de risco não coloca apenas a própria vida em perigo. Uma manobra inesperada pode provocar uma colisão, obrigar outro condutor a fazer uma frenagem brusca ou uma mudança repentina de direção e atingir alguém que simplesmente estava seguindo corretamente o seu caminho.


É preciso compreender que responsabilidade no trânsito começa antes do acidente. Não basta lamentar depois. É necessário evitar, antes, a atitude que pode provocar a tragédia.


No trânsito, respeito também é proteção. 


Respeitar a sinalização, os limites de velocidade, a preferência, os pedestres e os demais usuários da via não deve ser visto apenas como cumprimento de uma obrigação. São atitudes simples que ajudam a preservar aquilo que não pode ser recuperado: a vida.


Antes de acelerar, ultrapassar ou realizar uma manobra arriscada, vale perguntar: é realmente necessário? E se algo der errado? Quem mais poderá pagar pelo meu erro?


Conclusão: A segurança no trânsito depende de nós. 


A segurança nas vias não é responsabilidade exclusiva dos órgãos de fiscalização, mas sim um dever de cada cidadão. Cada escolha consciente que fazemos ao entrar em um veículo é um voto a favor da preservação da vida. 


Obedeça a legislação de transito.

Respeite a vida, inclusive a sua.

A dor de um acidente geralmente nunca acaba.


(Marcos Alves de Andrade - vítima do trânsito, atropelado por uma motocicleta dirigida por um menor…)


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No dia 1º de outubro, a Igreja Católica celebra a festa de Santa Teresinha do Menino Jesus. Uma das suas santas…

 


A força da fé, a grandeza do amor e a beleza das pequenas coisas. 


No dia 1º de outubro, a Igreja Católica celebra a festa de Santa Teresinha do Menino Jesus.  Uma das suas santas mais amadas, Teresinha conquistou o mundo não por grandes feitos, mas pela simplicidade profunda de sua vida, de seus ensinamentos, na capacidade de amar, de confiar em Deus e de fazer do cotidiano um caminho de fé e de generosidade.


Nascida em 2 de janeiro de 1873, na França, com o nome de Marie Françoise Thérèse Martin, ingressou no Carmelo de Lisieux ainda muito jovem, aos 15 anos. Apesar de sua curta existência — faleceu vítima de tuberculose com apenas 24 anos, em 1897 —, ela deixou um legado espiritual revolucionário.


Sua autobiografia, História de uma Alma, publicada após sua morte, tocou milhões de corações ao redor do globo. Nela, Teresinha revelou que a santidade não está em realizar obras extraordinárias, mas em viver o cotidiano com um amor intenso e extraordinário.


O Segredo da "Pequena Via". 


A essência de sua espiritualidade está na chamada “pequena via”, um caminho de santidade baseado na confiança em Deus, na humildade e no amor vivido nas pequenas ações do dia a dia. 


Para Santa Teresinha, não era necessário realizar grandes obras para demonstrar a fé. Um gesto de carinho, uma palavra de consolo, um ato de paciência ou uma atitude de perdão podiam se transformar em expressões profundas de amor. 


Sua mensagem nos convida a compreender que a transformação do mundo começa, muitas vezes, em atitudes discretas, realizadas sem buscar aplausos ou reconhecimento.


Reconhecida como padroeira das missões, mesmo sem ter saído do convento, Santa Teresinha acreditava que a oração e o amor poderiam alcançar pessoas em todos os lugares do mundo.


Canonizada em 1925 pelo papa Pio XI, Santa Teresinha foi proclamada Doutora da Igreja em 1997, pelo papa João Paulo II, em reconhecimento à profundidade de sua espiritualidade.


Uma lição de amor para a vida. 


Em um mundo marcado pela pressa, pela competição e pela busca constante de reconhecimento, a mensagem de Santa Teresinha permanece profundamente atual. Ela nos lembra que a felicidade não depende da grandiosidade de nossas realizações, mas da sinceridade com que vivemos, amamos e nos relacionamos com os outros.


Sua vida nos convida a olhar para as pequenas coisas com mais sensibilidade, a cultivar a bondade mesmo diante das dificuldades e a compreender que cada gesto de amor pode transformar uma realidade, aliviar uma dor e renovar uma esperança.


Celebrar Santa Teresinha é também refletir sobre o sentido de nossa própria existência. É reconhecer que a fé se fortalece na confiança, que a humildade revela grandeza e que o amor verdadeiro não precisa de reconhecimento para produzir frutos.


Pouco antes de sua morte, Santa Teresinha afirmou: “Passarei o meu céu fazendo o bem na Terra” e prometeu: “Farei cair uma chuva de rosas”. Essas palavras simbolizam sua confiança de que, junto de Deus, continuaria intercedendo por aqueles que recorressem à sua ajuda.


(Marcos Alves de Andrade)


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Acesse também em Reflexões Para Todos :  


Santa Teresinha do Menino Jesus (história, oração, com lindo vídeo)  



Motorista: “Respeite quem está sobre duas rodas! Não pressione o motociclista ou condutor… Vídeo (clique na imagem)


Cenas muito comum nas cidades brasileiras.


Motorista: “Respeite quem está sobre duas rodas! Não pressione o motociclista ou condutor de scooter a ultrapassar o limite de velocidade nem a se deslocar para a direita quando não houver condições seguras. Mantenha distância segura, respeite o espaço de cada um e lembre-se: no trânsito, a pressa de um não pode colocar a vida do outro em risco!”


A conduta também contraria o dever de manter distância de segurança previsto no art. 29, inciso II, do Código de Trânsito Brasileiro: 


Art. 29, inciso II: “O condutor deverá guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu e os demais veículos, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade e as condições do local, da circulação, do veículo e as condições climáticas.”


O que isso significa na prática?


  • O motorista deve manter distância segura do veículo que está à sua frente, inclusive quando se trata de uma motocicleta ou scooter.
  • Não deve se aproximar de forma a colocar em risco quem está conduzindo o veículo à frente.
  • A distância deve levar em conta a velocidade, as condições da via e do trânsito.


Importante: o art. 192 do CTB prevê que deixar de manter a distância de segurança lateral e frontal constitui infração grave, sujeita a multa.


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