Quando a casa dos avós se fecha…
Quando a casa dos avós se fecha, o silêncio se faz,
As risadas dos netos agora são ecos de paz.
Fins de semana de filhos casados, em festa e união,
Ficam guardados pra sempre no fundo do coração.
Restam lembranças dos almoços e do aroma do café,
Histórias contadas com alma, doçura e muita fé.
Cada morador que partiu deixou um rastro de luz,
Na saudade da casa antiga que ainda nos conduz.
No terreno agora vazio sussurram velhas canções,
De netos correndo descalços e grandes celebrações.
O portão que rangia no abraço de quem chegava,
Hoje guarda o segredo de uma vida que ali pulsava.
Mas o que se viveu naquela casa não se deixa perder,
Pois o amor dos pais e avós tem o dom de nos fazer crescer.
Mesmo que a chave gire e a luz se apague no fim,
A essência daquela casa viverá sempre em mim.
(Marcos Alves de Andrade)
A primeira imagem, elaborada através de IA, com base na segunda imagem e lembranças do autor - eram 04 janelas frontais)

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