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Dia das Mães. Homenagem à memória das mães, vítimas de feminicídio, e às mães que sofreram agressões por maridos, ex-maridos, companheiros ou ex-companheiros

Dia das Mães. Homenagem à memória das mães, vítimas de feminicídio, e às mães que sofreram agressões por maridos, companheiros ou ex-companheiros.


🌹 DIA DAS MÃES 🌹

Neste Dia das Mães, rendemos nossa homenagem e nossa memória às mães que tiveram suas vidas interrompidas pela violência, pelo feminicídio, pela crueldade daqueles que deveriam lhes oferecer amor, proteção e respeito.

Lembramos também das mães que sobreviveram às agressões físicas, psicológicas e emocionais praticadas por maridos, ex-maridos, companheiros ou ex-companheiros. Mulheres que, muitas vezes em silêncio, carregam dores profundas enquanto seguem lutando por seus filhos e por sua própria dignidade.

Nenhuma mãe deveria viver com medo.

Nenhuma mulher deveria sofrer violência dentro do próprio lar.

Nenhuma criança deveria crescer presenciando agressões.

Que este Dia das Mães seja também um momento de conscientização, de reflexão e de compromisso coletivo para combater toda forma de violência contra a mulher.

Que a memória das mães que partiram jamais seja esquecida.
E que as mães que sofrem encontrem acolhimento, proteção, justiça e esperança.

Que o amor, o respeito e a paz prevaleçam dentro de todos os lares.

Não ao feminicídio.

Não à violência doméstica.

Protejam as mães. Protejam as mulheres.

(Marcos Alves de Andrade)


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Reflexões sobre Família



Amo meus Netos! Presentes de Deus! Com a linda crônica de Rachel de Queiroz, “A Arte de ser Avô(Avó)”

Amo meus Netos! Presentes de Deus! Com a linda crônica de Rachel de Queiroz, “A Arte de ser Avô(Avó)


Amo meus Netos! Presentes de Deus! 


Netos são presentes de Deus para os avós que dedicam suas vidas para a família.


(Marcos Alves de Andrade)


Reflexão publicada também no Pensador


Uma das coisas mais bonitas em uma família é poder acariciar uma criança e deixar-se acariciar pelo avô ou pela avó.

(Papa Francisco)

A ARTE DE SER AVÔ (AVÓ)

Netos são como heranças. 
Você os ganha sem merecer. 
Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu… 
Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, as dores da maternidade.
E não se trata de um filho suposto. 
O neto é, realmente, o sangue do seu sangue, o filho do filho, mais filho que filho mesmo….
A velhice tem suas alegrias, as suas compensações… 
Todavia, às vezes, lhe dá aquela nostalgia da mocidade. 
Não de amores nem de paixão; a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. 
A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. 
Bracinhos de criança no seu pescoço. 
Choro de criança…. Meu deus, para onde foram as suas crianças?
Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino que se lhe é “devolvido”. 
E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito sobre ele, ou pelo menos o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo ou decepção.
A avó não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. 
Faz coisas não programadas. 
Leva a passear, “não ralha nunca”. 
Deixa lambuzar de pirulito. 
Não tem a menor pretensão pedagógica. 
É a confidente das horas de ressentimento, a secreta aliada nas crises de rebeldia.
E quando você vai embalar o neto e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz “vó”, seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.

(Rachel de Queiroz)

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Quando a casa dos avós se fecha… (emocionante poema, reflexão)

Quando a casa dos avós se fecha… (emocionante poema, reflexão)


Quando a casa dos avós se fecha…


Quando a casa dos avós se fecha, o silêncio se faz,

As risadas dos netos agora são ecos de paz.

Fins de semana de filhos casados, em festa e união,

Ficam guardados pra sempre no fundo do coração.


Restam lembranças dos almoços e do aroma do café,

Histórias contadas com alma, doçura e muita fé.

Cada morador que partiu deixou um rastro de luz,

Na saudade da casa antiga que ainda nos conduz.


No terreno agora vazio sussurram velhas canções,

De netos correndo descalços e grandes celebrações.

O portão que rangia no abraço de quem chegava,

Hoje guarda o segredo de uma vida que ali pulsava.


Mas o que se viveu naquela casa  não se deixa perder,

Pois o amor dos pais e avós tem o dom de nos fazer crescer.

Mesmo que a chave gire e a luz se apague no fim,

A essência daquela casa viverá sempre em mim.


(Marcos Alves de Andrade)


A primeira imagem, elaborada através de IA, com base na segunda imagem e lembranças do autor - eram 04 janelas frontais)



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